Para o ISVOR, o futuro não é uma continuidade do presente, logo,
precisa ser criado. Cocriado.
       
       

Trilhas de desenvolvimento

Como criar vantagem competitiva por meio da aprendizagem organizacional?

Segundo Senge (1998), o termo learning (aprendizagem, em inglês) é derivado do indo-europeu leis, que significa ‘trilha’ ou ‘sulco na terra’, em analogia à atividade de arar e semear. O desenvolvimento de competências seria então, resultado de uma trilha percorrida.

Considerando a aprendizagem uma prática social, é a partir da interação entre indivíduos e conhecimentos que propomos experiências de aprendizagem capazes de atuar no desenvolvimento dos conhecimentos explícito e tácito. Enquanto o conhecimento explícito pode ser desenvolvido por meio de treinamentos e palestras, o conhecimento tácito demanda atividades favoráveis à observação, à reflexão, ao compartilhamento de percepções e experimentação.

Uma das características das Trilhas de Aprendizagem, que as diferencia das tradicionais grades de treinamento, é a diversidade dos recursos de ensino-aprendizagem contemplados, para justamente atuar no tácito e no explícito. Uma Trilha pode ser composta por atividades em sala de aula, reuniões de trabalho, viagens de estudo, seminários, leituras, blogs e grupos de discussão na internet, filmes, vídeos e outros meios. Mas o que eleva as Trilhas de Aprendizagem desenhadas pelo ISVOR ao status de educação corporativa contemporânea é o uso desses recursos orientados pelo design de uma experiência significativa para o indivíduo do nosso século, indivíduo este que anseia por interação, coparticipação e principalmente diálogo.

O ISVOR, contaminado na proximidade diária com os profissionais de diversas gerações, não poderia fazer uma educação alienada desse quadro. Propõe, assim, combinações de recursos didáticos organizados em Trilhas para atender às especificidades de público e propósitos, promovendo o desenvolvimento do conhecimento tácito e explícito.